OR/AS: Análise da FNintendo!

Boas Pessoal!

Venho deixar-vos uma análise do jogo Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire feita pelo site FNintendo, podem ler abaixo! Após toda a análise os remakes mereceram a nota 8, numa escala de 0 a 10.

oras

Explorando a condição humana e o seu apetite pela descoberta, Pokemon ORAS começa tal e qual manda a tradição. Um jovem treinador chega a uma nova região e prepara-se para viver a maior das aventuras. O jogador é surpreendido por uma apresentação inicial alusiva ao original de 2002, com o Professor Birch a explicar o fascinante mundo dos Pokémon. Depois percebe-se que este remake está bem próximo de Pokémon X & Y, tão semelhante que quase se arrisca dizer que este será o modelo comum a Pokémon durante os próximos anos.

Visualmente é alegre e muito colorido. As dinâmicas do ponto de vista a três dimensões permitem novas abordagens cinemáticas na forma como são contados os eventos e mesmo para quem tenha jogado o original do Game Boy Advance, basta o aspecto visual deste jogo para dar a aparência de toda uma nova aventura. Estas ocorrências ajudam a manter o jogador interessado e a abordagem proporcionada pela 3DS veio renovar a forma como se observa a narrativa de Pokémon. E esta história tem muito para dar, com a presença de duas organizações rivais conhecidas por Team Aqua e Team Magma (com acções diferentes em cada versão) e o seu interesse nas Colored Orbs. Cabe ao jogador descobrir os pormenores mais inquietantes.

Na jornada para se tornar um mestre treinador e seguindo a velha máxima “vamos apanhá-los todos”, é preciso explorar a região de Hoenn, apanhar e treinar Pokémon, preencher a Pokédex e derrotar os líderes de ginásio para finalmente chegar a campeão da Pokéliga. As batalhas contra treinadores adversários têm uma dinâmica intensa de apresentação ou assim se espera alcançar a motivação para cada novo combate. Os efeitos especiais dos ataques estão muito bem animados e demorados como é costume, mas é sempre possível desligá-los para avançar mais rapidamente. Como novidade, encontram-se as hordas de treinadores, que são uma réplica das batalhas contra hordas de Pokémon selvagens, mas neste caso são Pokémon pertencentes a treinadores. A nível da jogabilidade, voar livremente montado num Latias ou Latios é outra novidade interessante que dá uma nova visão de exploração diferente e com a possibilidade de apanhar Pokémons voadores em batalhas aéreas e encontrar locais especiais.

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Para auxiliar a exploração, está também disponível o PokéNav Plus. Este dispositivo incorpora várias ferramentas desbloqueáveis ao longo da aventura. O BuzzNav serve para ver as notícias sobre o que acontece em Hoenn e também nas aventuras de outros jogadores através do StreetPass. A AreaNav mostra um mapa com as cidades e vilas, treinadores, bases secretas e a localização das bagas. O DexNav é uma aplicação de proximidade que mostra os Pokémon que podem surgir no local onde o jogador se encontra. Avistar todos os Pokémon disponíveis em cada área é uma tarefa adicional que se pode completar e quando se apanha um Pokémon em determinada zona, surge uma imagem do mesmo no radar. Ao tocar no ecrã, surgem algumas informações sobre o Pokémon, qual Pokédex imediato. Alguns Pokémon surgem agora escondidos nas ervas com uma silhueta a indicar onde se encontram, neste caso é preciso pressionar ligeiramente o analógico e pé ante pé, aproximar-se silenciosamente do Pokémon distraído para iniciar o combate. Geralmente estes Pokémon têm algumas particularidades, nem que seja estarem num nível mais elevado que o normal das redondezas.

O PlayNav continua presente e muito semelhante ao visto em Pokémon X & Y. Este sistema ajuda a encontrar outros jogadores próximos ou online. É possível visualizar amigos, conhecidos e transeuntes com os quais se pode lutar ou trocar Pokémon. Os famosos O-Power continuam a funcionar do mesmo modo e em muito facilitam a vida dos jogadores com poderes misteriosos que entre outras coisas podem tornar os Pokémon mais fáceis de apanhar, por exemplo. Um sistema que se mostrou capaz no anterior e que se manteve praticamente inalterado, pelo que a nível do online os jogadores não deverão sentir qualquer tipo de problemas, apesar das limitações não terem permitido explorar o online no seu todo, inclusive a nova atracção Mine Cart Adventure do Pokémon Global Link. No conjunto, a interface do ecrã táctil tornou-se bem mais agradável.

Para quem gosta de fazer festas virtuais aos bicharocos, estão de volta os Pokémon Amie. Pode-se afagar e alimentar os Pokémon para os deixar mais felizes, condição que se vai reflectir em batalha com alguns bónus interessantes se o nível de felicidade estiver nos píncaros. Em alternativa, pode-se dedicar mais tempo ao treino com o Super Training. Basta escolher o saco com o melhoramento pretendido e deixar o Pokémon a treinar enquanto. Se for preciso mais treino, segue-se para os já conhecidos jogos de remates ao insuflável. Ao atingir as balizas-alvo, reduz-se a energia do balão gigante e se se terminar antes do limite de tempo, as capacidades dos Pokémon melhoram. Um regime em tudo igual ao visto em Pokémon X & Y, o que para alguns pode ser uma desilusão para quem esperava ver novos minijogos e abordagens a este conceito de super treino e Pokémon Amie, que ficou restrito a mais do mesmo.

Não menos importante, será o aspecto das criaturas. Os Contests marcam presença. Verdadeiros concursos baseados em diversas categorias como a beleza ou estilo dos Pokémon. Os Pokémon têm também que exibir os seus melhores ataques para obter boas pontuações. A introdução explica mais ou menos o conceito, mas é mais uma questão de ir percebendo as nuances e no que se baseiam para que os Pokémon do jogador conquistem mais pontos. Os ataques que as criaturas aprendem também têm uma designação associada a um dos parâmetros para esses concursos, e assim podem combinar ataques especialmente pensados para ganhar mais pontos em determinadas categorias. Podem-se usar bagas para fazer Pokéblocks e dar um impulso à performance dos Pokémon e também juntar amigos para concursos em grupo. É também possível criar um cantinho secreto. Estes locais são esconderijos espalhados pela região de Hoenn que podem decorar a gosto. A grande novidade é que as bases podem aparecer nos jogos de outros jogadores, para isso basta partilhar o código QR directamente ou guardar no cartão e depois colocar na internet, como no fórum do FNintendo, por exemplo.

Conclusão

Pokémon Omega Ruby & Alpha Sapphire exibe a qualidade que se espera e não deixa de ser uma nova aventura muito bem-vinda e no momento certo para este período natalício que se avizinha. Apesar da distância temporal que o separa do original, carrega consigo uma forte semelhança a Pokémon X & Y do qual conta somente com pouco mais de um ano de diferença, o que para alguns pode criar uma sensação de estar a viver mais do mesmo. A primeira grande aventura Pokémon na 3DS colocou uma fasquia demasiado alta para ser suplantada agora por um título que pouco fez para alterar as novidades que destacaram o anterior, preferindo talvez criar uma coerência que defina Pokémon na 3DS. No fundo as novidades, não são de um peso enorme, mas no seu todo faz justiça ao original e ao legado Pokémon.

O melhor
– Excelente proposta para os fãs de Pokémon
– Voar pelos céus de Hoenn
– Longevidade

O pior
– Semelhanças ao anterior podem desapontar alguns


Vale ressaltar que a análise pertence ao FNintendo!
Estou ansioso para chegar a Hoenn, e vocês!?

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