Capítulo 1: O Começar de uma Nova Era!

Voltar

Capítulo 2: Como Apanhar um Pokémon

Pokémon, criaturas extraordinárias que habitam o nosso planeta há milhares de anos. Os seus habitats passam pela terra, mar e céu. Desde os tempos primitivos que eles coabitam com os seres humanos e juntos conquistaram, conquistam e conquistarão grandes feitos. Os humanos criaram objectos incríveis em forma de bolas que se chamam pokébolas. Estas pokébolas têm a função de capturar um pokémon. Quando este é capturado, ele tornam-se amigo e camarada de batalha do seu companheiro humano, ao qual damos o nome de treinador. É claro que isto muitas vezes não acontece, já que os pokémon depois de serem capturados, não obedecem aos seus treinadores. O oposto também acontece. Muitos pokémon já viveram com os seus treinadores mesmo sem serem capturados. Muitos acreditam que uma admirável amizade pode ser criada entre os dois. No entanto, muitos humanos só querem explodir discórdia no mundo, passando por tentar roubar os pokémon dos seus treinadores ou usá-los para fins pouco próprios. Este é o mundo pokémon onde vivemos.

Mirage, uma aldeia pequena e pacata, possuía pouco mais de 100 habitantes. Muitos jovens quando fizessem 11 anos, tinham o desejo de começar as suas jornadas e de se tornar mestres de pokémon. Isto vai acontecer este ano com dois rapazes muito amigos, Steven e Brian. Steven, um rapaz com cerca de 1,40m, era fascinado por pokémon. Tal como o seu pai, ele tinha o desejo ardente de se tornar num grande treinador de pokémon. E Brian, um rapaz com o intuito de chegar a ser um elite 4.

Na região onde estes dois rapazes viviam, não havia pokémon, por isso cada espécie deles de todo o mundo foi transladada para a sua região. Como não havia espécies nativas, os pokémon iniciais para os jovens treinadores era qualquer um dos iniciais das outras regiões existentes.

O laboratório, localizado perto das casas dos dois jovens, era dirigido por Mantys, um professor um tanto extravagante. A sua alcunha foi-lhe dada devido a ele gostar demasiado de pokémon insecto e de usar acessórios parecidos com o de um louva-a-deus. A sua principal característica era de acabar todas as suas frases em rimas, usando uma voz cómica.

Uma hora após os dois rapazes se terem levantado, vestido e tomado o pequeno-almoço, já estavam à porta de entrada do laboratório.
— Professor, chegámos! — dizia Brian com um ar entusiasmadíssimo.

O professor abre a porta e fala com ar de empolgamento:
— Que bom que estão aqui, assim já ninguém os tira daqui! Os vossos pokémon esperam por vocês, já que isso é um grande hábito português.

Ambos os rapazes se aproximam de uma máquina com 6 placas de metal, cada uma com 3 lacunas, contendo uma pokébola em cada uma.
— Uau, isto é incrível! — diz Steven com um brilho nos olhos. — Então, isto é que é uma pokébola?
— Que estás para aí tu a dizer, Steven? — fala Brian espantado com o acto. — Nunca viste uma pokébola antes?
— Claro que já vi, mas não assim ao vivo! São fantásticas!
— 18 pokémon estão à vossa escolha, mas cuidado, que poderão levar uma trolha! Muitos de podem zangar, quando a eles o treinador não prestar!

Steven fica bastante perto de uma plataforma e afirma:
— Por aquilo que eu sei, estes são os pokémon de Kanto, Johto, Hoenn, Sinnoh, Unova e Kalos. Os pokémon destas regiões foram transferidos para a nossa, já que não possuímos pokémon nativos. Tenho pena que só estes se encontrem cá, porque ainda existem muitas outros pokémon de outras regiões.
— Se isso acontecesse, já viste o que aconteceria? — tentava explicar Brian. — População sobrelotada é o que não devemos ter. Todas as reservas de alimento se esgotariam em questão de dias. Mas já é o máximo termos a maior variedade de pokémon de todas as outras regiões.
— Tens razão, Brian. Isso sim é uma coisa maravilhosa de se ter.
— Quais os pokémon levar, para a vossa jornada acompanhar?

Junto de cada plataforma, encontrava-se um ecrã gigante com as fotos de cada pokémon junto à sua respectiva pokébola. A plataforma à qual Steven estava perto era a de Hoenn. Ele olha firmemente para as imagens e declara:
— O meu pai começou a sua jornada com um pokémon de Hoenn e eu, de certa forma, também me sinto atraído pelos pokémon dessa região. Penso que já sei qual o pokémon vou escolher.
— Bem, se já te decidiste por Hoenn, eu cá acho que vou pela região de Kanto.
— Então, rapazes, digam cá, pois os meus pés já estão mais p’ra lá do que p’ra cá.

Steven e Brian agarram nas suas respectivas pokébolas ao mesmo tempo e afirmam:
— Eu vou escolher o Charmander! (Brian)

— Eu vou escolher o Torchic! (Steven)

— Também um pokémon de fogo, hein! — dizia Steven empolgado.
— Digo-te o mesmo. Assim não vais ter desculpas do tipo quando eu te derrotar em batalha.
— Isso é o que veremos, Brian! Vou dar tudo por tudo para me tornar no melhor treinador de pokémon que este mundo alguma vez vira!
— O meu esforço também será enorme! Faremos todos os possíveis para chegarmos à Liga Pokémon e vence-la!
— Claro, isso é o nosso primeiro grande objectivo!
— Boa sorte, pois vão precisar, pois o vosso caminho a dificuldade vai cruzar!

Os dois rapazes saem do laboratório e encontram-se em duas caminhos diferentes, levando cada um a lugares completamente afastados dali.
— Vai ser aqui que os nossos caminhos se vão separar, Steven.
— É verdade. Já sonhamos com este momento há anos. Tu sempre quiseste ir pelo caminho mais rochoso.
— E tu pela floresta. Seja qual for o nosso destino, dentro de algum tempo os nossos caminhos ir-se-ão cruzar uma vez mais na Liga Pokémon.

Ambos apertam as mãos muito firmemente e, com um olhar determinado, afastam-se, seguindo os seus próprios rumos. No entanto, a vários quilómetros daquele local, num castelo gigantesco, rodeado por enormes muralhas, um homem nos seus quarentas encontra-se sentado numa poltrona a beber o seu vinho tinto e eis que entra um personagem desconhecido. Este tinha uma farda de cor negra e cabelo comprido de cor branca e fala, vergando-se:
— Todos os preparativos estão completos para darmos início à nossa missão, senhor.
— Excelente. O nosso engodo encontra-se feliz com o seu novo lar?
— Temo que isso será impossível de se concretizar. Sabeis que o seu habitat sempre foi longe de qualquer humano.
— Vamos, tens de saber interpretar uma ironia quando a ouves.
— Não pensei que estivésseis a brincar com a situação, senhor.
— Chega de conversas e conduz-me até lá.
— Se fazeis o favor de me seguir.

O personagem desconhecido guia o outro homem até uma sala completamente escura e, acorrentado à parede, podia-se ver Mew, o pokémon lendário.

Que trama andará esta organização a planear? Que quererão eles de Mew? Para saberem isto e tudo mais, não percam os próximos capítulos Pokémon!

Voltar

Capítulo 2: Como Apanhar um Pokémon

Deixar uma resposta