Capítulo 8: A Ladra Dupla de Normais!

Capítulo 7: Troca Pokémon

Capítulo 9: Esse Wurmple é Meu

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Steven e Mariah continuam a sua jornada, chegando desta vez a uma pequena cidade chamada Lorien, mas parece que algo não está bem. Todas as pessoas da cidade encontram-se num alvoroço.

— Que se passará? — pergunta Steven curioso.
— Não sei. Não é muito normal encontrar as pessoas deste sítio nesta situação.
Mariah vai ter com uma senhora com ar de rica e pergunta-lhe:
— Desculpe, minha senhora, mas poderia dizer-me por que é que as pessoas estão a reagir desta forma?

— Vê-se que não vive aqui, minha menina. Desde há uns dias para cá, tem havido uma série de assaltos a várias casas e estabelecimentos. Não sabemos quem poderá ser o assaltante. Já se diz por aí que as pessoas também são roubadas no meio da rua sem darem por nada. A agente Jenny está a cuidar do caso, mas, até agora, não tem havido sucesso algum.
— Quem é a agente Jenny? — questiona Steven.

— É uma agente especializada a apanhar bandidos — responde Mariah. — Tal como a enfermeira Joy, também há muitas agentes Jenny pela nossa região.
— Por falar no diabo… Agente Jenny, diga-me que já tem notícias.
— Infelizmente, não, Sra. Henriqueta. Estamos a fazer todos os possíveis para apanhar o ou os criminosos. A Sra.

Também não deveria expor-se dessa forma. Quase todas as pessoas que possuem uma fortuna acima da média foram assaltadas.
— Tem razão, menina agente. Vou já para minha casa.

A agente Jenny olha para Mariah e Steven de forma desconfiada e fala:
— Quem são vocês? Vocês não são por aqui!
— Chegámos agora, enfermeira Jenny! — diz Mariah um pouco nervosa. — A senhora Henriqueta contou-nos o sucedido. Por favor, não desconfie de nós.
— Todos são culpados até que se prove o contrário! Além disso, o ladrão volta sempre à cena do crime! Vou ter bom olho em vocês, meus jovens!
E vai-se embora.

De repente, Mariah nota num vulto a passar demasiado rápido por entre umas casas circundantes.
— Steven, penso que encontrei algo suspeito por aqui.
— Que queres dizer?
— Vi um vulto de relance. Pode não ser nada, mas vale a pena tentar procurar mais a fundo.

Repentinamente, uma das pokébolas de Steven é levada.
— Ei, que estás a fazer? Volta aqui?
Steven começa a correr desenfreadamente.
— Que se passa?
— Alguém me roubou a pokébola da Blitzle! Não sei quem foi, mas estou a ver algo a correr a grande velocidade mais lá à frente.
Mariah tenta acompanhar o passo de Steven.

Mais à frente, o que tinha roubado a pokébola de Steven, metia-se num beco. Quando Steven se mete lá também, não vê mais nada a não ser uma grande parede de tijolos a cobrir a passagem.
— Bolas, um beco sem saída!
Mariah chega finalmente.
— Seja o que tenha sido, conseguiu escapar, saltando por esta parede.
— Para a conseguir escalar, não deve ser uma pessoa normal.
— Não sei, mas não descanso até recuperar a Blitzle!
Ambos ouvem um grito estridente.
— Que foi isto? — pergunta Steven sobressaltado.
— Não sei, mas temos de ir rapidamente!

Quando lá chegam, vêm um homem a roubar as pokébolas de uma rapariga.
— Ei, pára aí já! — profere Mariah num tom bastante exclamativo.
— Desandem daqui já, putos, se não querem que vos aconteça nada!
— Não me metes medo! És tu que andas a roubar as pessoas desta cidade?
— Por acaso não, mas e então? Ninguém desconfiaria de mim, já que os meus métodos de roubo são diferentes. Mas isso agora não importa. Já que me viram, não terei outra opção a não ser dar-vos uma boa lição e calar-vos aos dois! Woobat, Rajada!


— Não penses que me ganhas! Butterfree, para o combate!

Redemoinho de Vento, rápido!

Tanto Woobat como o tal fulano são enviados para “cascos da rolha” devido ao fortíssimo ataque de Butterfree. As pokébolas roubadas caem e Steven apanha-as.
— Estás bem? — pergunta Mariah.
— Sim, muito obrigado pela vossa ajuda.
— Aqui tens as tuas pokébolas. Vê lá se a partir de agora tens mais cuidado.
— Vou ter sim.

Ambos deixam-na e, mais à frente, Mariah nota novamente no mesmo vulto e corre atrás dele.
— Ei, onde vais?
— Encontrei o mesmo vulto de à bocado! Agora não o vou deixar escapar!
— Foi a mim que me roubaram, sabes? Eu é que deveria estar a correr atrás dele em primeiro!
— Menos conversa, mais correria! Não o podemos perder de vista! Butterfree, Tempestade de Areia!

O vulto parece que se separa em dois e cada um corre para lados opostos.
— Vai por aquele lado que eu vou por este! — grita Mariah.
— Está bem! Pidgeotto, ajuda-me nesta!

Rajada!

O golpe consegue acertar no alvo, mas este consegue escapar, subindo de casa em casa, distanciando-se ainda mais.
— Não o podemos perder! Redemoinho de Vento!

Desta vez, o vulto é bem apanhado, embatendo no chão.
— Ei, é um Pokémon!

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— Ah, estúpidos! Agora é que vais ver quem é estúpido! Ei, espera aí. Aqui diz comida, logo, como ele não me roubou comida, não sou estúpido!
— Isso é só uma forma de falar, meu jovem! — diz um homem vindo do cimo de uma parede. — Quando ele quer dizer comida, quer dizer qualquer coisa que seja roubada além de comida! Vê-se mesmo que é burro que nem uma porta! Ahhahahahah!
— A quem estás tu a chamar de burro! Então és tu o ladrão desta cidade!

— Dou-te agora metade do crédito por descobrires quem sou, se bem que a resposta era óbvia. Mas pronto. Esse pequeno é meu. Tu atacaste-o e agora vais levar o troco!
O homem estala os dedos e Steven sente um esticão.
— As minhas pokébolas!
— Ahhahahaha! Parece que agora tenho eu as tuas pokébolas, rapaz!
— Aquilo também é um Pokémon!

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— Não tens vergonha em andar a roubar as coisas dos outros?
— É preciso fazer pela vida, rapaz! Rattata, Hiper
Quando o homem estava prestes a mandar Rattata atacar…
— Charmander, Lança-Chamas!

O golpe acerta na face do homem, deixando-o um pouco chamuscado.
— Agente Jenny! — diz Steven contente. — Um Charmander, como o do Brian!

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— Como se atreve a atacar-me com o seu Pokémon, agente! Patrat, Cauda de
— Butterfree, Rajada!

O homem é apanhado no vento, caindo no chão.
— Mariah!
— Olá, Steven! Quando consegui alcançar o nosso fugitivo, descobri que aquilo era uma Equipa Dupla e logo informei a agente Jenny do sucedido, pois estava lá mesmo ao pé.
— Não esperava menos de ti, Mariah…
— Sr. Gerald, está preso pelo furto de vários bens materiais aos habitantes desta cidade!
— Belo trabalho, agente… — dizia Gerald um pouco fraco. — Parece que fui apanhado…

Depois de ir no carro da polícia.
— Agradeço aos dois por me terem ajudado a capturar o bandido.
— Eu é que tenho de agradecer a vocês as duas. Se não fossem vocês, as minhas pokébolas poderiam nunca ter sido devolvidas.

E assim foi. Depois de Mariah e Steven terem passado por esta experiência desagradável, tudo voltou ao normal. E as aventuras destes dois heróis ainda está no início, por isso não percam os próximos capítulos Pokémon!

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